segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Leitura

Eu sei que estou escrevendo muito mais do que o normal, e acredite, eu também estranhei! Agora vou falar do livro que estou lendo: O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights). É um livro com uma história interessante e que nos faz pensar no quanto podemos interferir na vida de algumas pessoas, às vezes sendo uma Cathy, às vezes um Heathcliff, um Lockwood...
Hoje fiquei pensando...o livro começa a descrever Heathcliff como uma pessoa arrogante, mal educada, mas depois que você conhece a história dele percebe que, na verdade, ele apenas sofre por amor e Cathy, que também o ama, acaba optando pelas decisões mais 'favoráveis' a ela, e causa todo esse rancor que Heathcliff sente pela vida.
Separei duas frases do começo do livro pra postar aqui, vale a pena ler!
"Mas se os olhos falam, o mais simplório dos imbecis poderia verificar que eu estava completamente louco de amor"
"É estranho como o hábito possa moldar nossos gostos e idéias. Poucas pessoas poderiam conceber a existência de felicidade em uma vida tão reclusa quento a sua."

Chuva

Às vezes me pego pensando o porquê da maioria das pessoas odiarem a chuva. Existe, por acaso, algom mais espetacular e gostoso do que ela? Claro que não! Confesso que perco hoooras na janela vendo a chuva cair, o movimento que ela faz quando bate o vento, o barulho, quando ela toca o chão...é tudo tão perfeito! Adoro quando chove e eu posso me molhar, deixar as gotas lavarem meu rosto, adoro ver e sair na chuva; mas ela tem que estar do jeito certo: um pouco mais forte do que uma garoa e bem mais fraca do que uma tempestade, além de não ter raios e trovões.
Ok, agora eu me pergunto o porquê de explicar o quanto eu gosto de chuva e não sei a resposta...talvez seja porque hoje choveu do jeito ideal...mas ainda não faz sentido....

domingo, 27 de dezembro de 2009

Estalo

Hoje de manhã acabei percebendo algo que sempre esteve na minha frente, mas que eu nunca percebi: quando a gente quer ser grande acaba perdendo o pouco que a gente já era. E é tão ruim perceber isso, porque você demora tanto tempo pra conseguir construir uma 'base sólida' no seu eu e , de repente, vê tudo acabado apenas por forçar os passos sairem mais rápido do que eles podem.
É claro que é muito complicado tentar entender o que eu escrevi no parágrafo anterior, acho que nem eu entendi direito, mas é porque isso acaba sendo uma coisa tão complexa, tão dificil de explicar...Porém com tudo sempre tem uma saída essa parece simples: começar do zero; e é exatamente isso que eu vou fazer. Sem mais delongas, porque não vou forçar a minha cabeça para escrever algo coerente!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O sol bate suavemente em mim, aquecendo minha pele fria, acalmando minha respiração acelerada e meu coração frenético. Esse é mais um dia daqueles em que você deseja não ter acordado pra não viver mais um longo tempo do mesmo pesadelo. As horas passam lentamente e a cada segundo vem a mesma dor, sempre na mesma intensidade, como sangue pulsando sob um hematoma, e quando parece que vou suportar, ela piora e meu coração oco quebra em mil pedaços de novo. Não há nenhuma estrela no céu, não há mais luz no mundo. Quando aquilo pelo qual você vive se vai, não há o que fazer, não existe razão para obrigar seu coração a bater, quando a única coisa que importava deixa de existir não tem porque continuar respirando e é inútil lutar. Às vezes, a morte pode ser o refúgio mais doce que se tem. E é exatamente isso que eu preciso, um topor eterno para acalmar um coração despedaçado, uma solução agradável e irremediável, quem sabe assim eu não encontro meus pedaços e sobreviva.

domingo, 1 de novembro de 2009

A história se repete

Séculos depois eu volto aqui, mas isso não é importante, vamos desabafar. Aliás eu sempre penso mil coisas para escrever aqui, já até formulo como vou começar a escrever, mas nunca me sobra tempo pra parar e escrever, então deixa eu aproveitar e vamos ao post!
Eu sempre desejei uma vida feliz, cheia de carinho amor e sem sofrimento, principalmente vindo por parte do seo oposto, pois é muito ruim sofrer por amor (ou assim eu achava); mas de uns dias pra cá eu tenho achado minha vida tãão sem graça, é todo dia a mesma coisa, os mesmos sentimentos: tédio, melancolia, sono, preguiça, ansiedade, nervosismo e vergonha. Então eu tento compenssar isto investindo na imaginação, com ela eu consigo viver e resolver todas as questões que podem surgir na vida de uma pessoa, e isso geralmente aborda as questões de um relacionamento, por um lado é bom, pois eu já sei como me comportar em determinada situação, como lidar com cada 'imprevisto' que possa surgir, mas por outro lado, vivier é muito mais diferente do que imaginar e, apesar de já me sentir totalmente preparada para encarar um relacionamento, a oportunidade nunca surge. Às vezes acho que todas as coisas que eu imagino nunca vão acontecer comigo, pois eu já imaginei então começo a pensar no que eu não quero que aconteça; eu sei que é muito bobo, mas é automático.
Entretanto eu ainda não estou satisfeita, pois, como eu disse, imaginar um fato é completamente diferente de vivê-lo, pois eu não sou capaz de imaginar a ligação que eu possa ter com determinada pessoa antes de conhecer e até sentir o poder do amor, talvez seja até por isso que às vezes penso que o amor não existe, que não passa de uma invenção para justificar o injustificável, a loucura e o que realmente pode existir é a ligação, um elo forte que faz com que as pessoas se procupem uma com as outas. E é por isso e por alguns outros motivos inexplicáveis, que abrangem o campo sentimental, que fazem com que eu deseje amar uma pessoa, não que me faça sofrer, mas que me mostre o quão dificil pode ser manter uma relação ou o quão cruel as pessoas podem ser, uma pessoa que faça eu me apaixonar perdidamente por ela e que depois me deixe sofrendo para um dia, quem sabe, voltar e dizer que me ama e que nunca quis causar danos tão profundos (Uma pena que isso não posso mais acontecer, uma vez que eu já imaginei) e não, eu não sou uma masoquista sentimental, eu só queria poder vivier nos extremos e não no meio-termo sem graça.

That's all, Beijoooos!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Final Feliz

Às vezes eu queria que a minha vida fosse um filme, porque, independente de qualquer problema que possa surgir, eu acabaria com o menino perfeito pra mim em um lindo "final feliz". Claro que a nossa vida pode mesmo ser um filme, apesar de não parecer. Vamos falar de um caso hipotético.
Luana é uma menina como qualquer outra, tem uma altura média de 1.65, morena, olhos castanhos, mas está um pouco acima do peso. No momento ela esta solteira, na verdade nunca namorou, e nem esta preocupada com isso agora, quer dizer, ela sente falta de um homem do seu lado pra abraçar, sair, brincar e , porque não, beijar. Luana tem uns 18 anos e faz faculdade, ela ve muitos meninos, mas nenhum realmente chama a atenção; tem um menino que gosta dela, mas o sentimento não é recíproco. Agora vamos à história. Luana acaba de ver um filme "água com açúcar", e enquanto chora rios de lágrimas pensa na sua vidinha, de certo modo medíocre, e fica perguntando o porquê dela ser absolutamente normal e nada de diferente acontecer na vida dela, ou o porquê dela morar num país completamente diferente do "lugar ideal" retratado no filme, o lugar onde tudo pode acontecer. Depois de lamentar muito por ter nascido no hemisfério errado começa a pensar quem poderia ser o mocinho da sua vida, aquele que ela casa no final, e então depois de pensar em todos os meninos que conheceu na vida ela decide juntar as qualidades de cada um e colocar no menino mais bonito que ela já viu, assim começa seu amor platônico. Então ela descobre o objetivo da vida dela: conhecer o cara e morar no "lugar ideal". Sua vida começa a girar em torno disso, muitas oportunidades que eram seu sonho há algumas horas atras são perdidas, pois agora ela tem um novo objetivo. Mas depois de algum tempo e muitas decepções ela começa a analisar tudo o que passou, tudo mesmo, e então percebe quantas chances ela teve de ter seu "final feliz", ele certamente seria diferente do que ela viu no filme, mas seria tão lindo e feliz quanto. E então ela percebe que de nada adiantou tentar se apressar pra fazer seu "final feliz", pois tudo tem seu tempo e todos tem a sua história e desejar que a sua história seja aquela ou tentar precipitar a sua felicidade é absolutamente normal, e o mais importante: o "lugar perfeito" não é físico, é totalmente espiritual, é o que você constrói dentro de si mesmo, é o que você acredita e pelo que você luta, esses são os únicos fatores que podem mudar totalmente a sua visão sobre um determinado lugar.
Eu ainda acredito em "finais felizes", mas não quero correr o risco de adiar o meu!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

NOSSA VIDA

Quando envelhecemos, nossa vida é como um roupão gasto;
ficamos envergonhados de usá-lo, mas nos repugna
jogá-lo fora;
já vivemos com ele há tanto tempo que a ele nos
acostumamos,
como se fosse um irmão;
também nós não podemos ser consertados e feitos de novo...
Ele envelheceu como nós, assim acontece;
nossa vida está em farrapos e ele também;
está todo esgarçado e salpicado de tinta,
mas damos mais valor a essas manchas do que a qualquer
estamparia.
São as marcas de uma pena rebelde à qual,
em dias de radiante ventura ou sombria amargura,
confiamos todos os nossos pensamentos, segredos e
confissões, toda a história de nossa vida.

Também na vida existem marcas do passado: queixas e
lamentos estão ali anotados, e sobre elas
paira a sombra da tristeza e desventura;
contudo há um encanto melancólico nesta sombra.
Nela existe uma herança do passado, eco de algo familiar
e querido que, graças à memória do coração,
continua a viver na perda que já sofremos; e no crepúsculo
do dia nos recordamos tanto da
suavidade da manhã quanto do brilho e do calor do meio-dia.

Às vezes, ainda gosto da vida, minha velha companheira,
com suas aflições e tristonhas incertezas;
acaricio, então, o meu roupão com ternura e com respeito
como um soldado o faz com sua túnica
toda crivada de balas em campo de batalha...

(Príncipe Petr Vyazemsky)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Demora

Como tinha certeza, eu nunca mais escreveria depois do primeiro post, estava até criando outro blog, mas dá muito trabalho então apenas procurei a senha deste aqui. Hoje vou apenas colocar uns textos de umas comunidades que achei, nada demais, é que eu simplismente não quero perde-los nem entrar nessas comus, porque algumas ainda não fazem sentido pra mim.

'that if you fall stumble down. I'll pick you up of the ground. If you lose faith in you, I'll give you strength to pull through. tell me you won't give up. cause I'll be waiting If you fall, you know, I'll be there for you'.
*
'girls are taught a lot of stuff growing up. If a guy punches you he likes you. Never try to trim your own bangs and someday you will meet a wonderful guy and get your very own happy ending. Every movie we see, Every story we're told implores us to wait for it, the third act twist, the unexpected declaration of love, the exception to the rule. But sometimes we're so focused on finding our happy ending we don't learn how to read the signs. How to tell from the ones who want us and the ones who don't, the ones who will stay and the ones who will leave. And maybe a happy ending doesn't include a guy, maybe... it's you, on your own, picking up the pieces and starting over, freeing yourself up for something better in the future. Maybe the happy ending is... just... moving on. Or maybe the happy ending is this, knowing after all the unreturned phone calls, broken-hearts, through the blunders and misread signals, through all the pain and embarrassment you never gave up hope'.
*
'sou o quero ser porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce, dificuldades para fazê-la forte, tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos'.

xoxo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Mais um

Hoje, só para variar, criei outro bolg. Já perdi a conta de quantos eu já tive, sempre que me dava vontade de escrever em algum lugar eu criava um blog (eu nunca usava o mesmo), mas dessa vez vou tentar fazer diferente, vou tentar postar sempre que eu puder.
Eu não vou divulgar meu blog, ele vai ser meu primeiro diário sem cadeado e sem direito a esconderijo secreto. Quero, através dele, expor minhas idéias, meus sentimentos para poder (ou pelo menos tentar) entender um pouco melhor de mim mesma e um pouco do mundo.
Como eu não quero ficar escrevendo os porquês desse 'diário', vou terminando por aqui!

XOXO